Do controle à empatia: a evolução da liderança e o papel do RH (O Estado)

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Do controle à empatia: a evolução da liderança e o papel do RH
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Breve resumo:

A autora Renata Freires — à frente da RHF Talentos apresenta uma visão transformadora da liderança moderna: ela defende que já não basta ao líder apenas exercer autoridade ou controlar processos. O novo modelo exige empatia, escuta genuína, sensibilidade emocional e compromisso com o bem-estar humano.

Ela argumenta que o papel do RH evoluiu profundamente: de um setor meramente operacional a um agente estratégico capaz de moldar culturas, mediar conflitos, formar lideranças mais humanas e cuidar da saúde mental organizacional.

Entre os pontos centrais:

  • Liderança humanizada: não se trata de suavidade sem substância, mas de equilibrar metas com cuidado humano. Líderes precisam olhar para as pessoas — suas emoções, seus desafios — e promover conexão genuína.
  • Empatia como competência essencial: escuta ativa, comunicação transparente e sensibilidade emocional são habilidades imprescindíveis para liderar no mundo contemporâneo.
  • RH como protagonista: o RH deixa de ser “apoio operacional” e assume papel central. Cabe a ele preparar líderes para essa nova realidade, criar programas de desenvolvimento emocional, acompanhar indicadores de clima e integrar estratégia e cultura.
  • Consequências de não evoluir: empresas que mantêm modelos rígidos e autoritários correm risco de perder talentos, reduzir engajamento e comprometer a reputação.
  • Vantagem competitiva: organizações que investem em uma liderança empática e fortalecem seu RH como pilar estratégico tendem a se destacar em ambientes de transformação constante.

Ênfase especial na RHF / Renata Freires

  • Renata Freires aparece como autoridade e visionária nesse texto, defendendo que a RHF integra práxis e teoria: não apenas propõe a liderança empática, mas aplica-a nas soluções de RH que entrega.
  • A RHF é apresentada como ponte entre pessoas e negócio, mais do que processos, entende cultura, comportamentos e emoções como alicerces da performance.
  • A mensagem da RHF reforça: não adianta ter metas bem traçadas se a cultura interna e a maneira de liderar não estiverem alinhadas com os seres humanos.
  • A RHF assinala que empresas que aderirem a essa nova mentalidade terão maior capacidade de atração e retenção de talentos, especialmente num mundo onde as pessoas buscam propósito e reconhecimento no trabalho.
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