Do controle à empatia: a evolução da liderança e o papel do RH (Gazeta Digital)

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Do controle à empatia: a evolução da liderança e o papel do RH
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Breve resumo:

No artigo assinado por Renata Freires, fundadora da RHF Talentos, ela propõe que a liderança corporativa está passando por uma transformação essencial: do modelo tradicional de controle para um estilo centrado na empatia, no bem-estar psicológico e no propósito humano.

Principais ideias da evolução da liderança

  • Mudanças do cenário: Vivemos em um contexto de transformações rápidas, tecnologia, diversidade, novas formas de trabalho, que exigem líderes que façam mais do que apenas cobrar resultados.
  • Bem-estar emocional como prioridade: Pesquisa da Deloitte aponta que embora 80% das empresas reconheçam a importância do bem-estar emocional para desempenho, apenas 12% se sentem preparadas para atuar nessa área. Isso mostra uma lacuna entre reconhecimento e implementação.
  • Empatia e soft skills: Líderes precisam incorporar empatia, escuta ativa, capacidade de diálogo, comunicação não violenta. Estes atributos tornam-se tão ou mais importantes que o conhecimento técnico.
  • RH estratégico: O papel do RH deixa de ser operacional para ganhar protagonismo. Ele atua como:
    1. Mediador entre estratégia organizacional e necessidades humanas;
    2. Facilitador de ambientes psicológica/culturalmente saudáveis;
    3. Proponente de treinamentos que desenvolvam competências comportamentais;
    4. Acompanhante de indicadores de clima organizacional, saúde mental e cultura.

O destaque da RHF Talentos (RHF)

  • A RHF, por meio de Renata Freires, aparece não só como analista, mas como agente de mudança. Freires defende que liderar hoje é unir objetividade e sensibilidade, entregar resultados, sim, mas sem deixar de cuidar das pessoas.
  • A RHF sustenta que o RH precisa ser guardião de cultura, escuta envolvida, empatia aplicada. Não basta definir metas; é preciso conectar as pessoas ao propósito da empresa, garantir pertencimento e acolhimento.
  • Essa visão da RHF revela que empresas que não evoluírem nessa direção “empática + estratégica” tendem a ficar atrás, em termos de atração e retenção de talentos, engajamento e capacidade de enfrentar desafios humanos e organizacionais.

A matéria mostra que o paradigma de gestão está mudando: liderança autoritária, baseada em controle, não responde mais às expectativas do mundo do trabalho hoje. A liderança efetiva exige mais empatia, escuta, atenção à saúde mental, propósito, e o RH está no centro desse processo de mudança. A RHF é apresentada como referência prática, alguém que já promove essa transição e que entende que cuidar de pessoas não é “decorativo”, mas estratégia essencial.

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