O novo episódio do RHF Talk mergulha em um tema profundo e presente na rotina de milhares de mulheres: maternidade, carreira e reinvenção profissional. Para essa conversa, Renata Freires e Elis recebem duas franqueadas da RHF: Liliane (Pissarras/SC) e Eloía (Londrina/PR), que compartilham trajetórias marcadas por coragem, recomeços e escolhas guiadas pelo amor aos filhos.
Uma maternidade que transforma — no corpo e na carreira
Liliane relembra como ficou sete anos afastada do mercado para se dedicar integralmente ao filho Pedro, que nasceu com síndrome de Down. O diagnóstico veio no dia da alta da maternidade, em meio a um período já marcado por perdas familiares e incertezas. Mesmo assim, ela acolheu o filho com firmeza e ternura — e, dali em diante, mergulhou em uma rotina intensa de terapias, estimulação e acompanhamento diário.
Quando o marido perdeu o emprego, surgiu a necessidade de empreender. O contato com a RHF veio por acaso: um podcast, uma pesquisa rápida e, em menos de uma semana, ela comprou a franquia — sem dinheiro disponível, sem treinamento prévio e no meio de uma mudança de cidade. O salto de fé funcionou: logo no primeiro mês fechou dezenas de vagas, estruturou uma equipe própria e hoje dirige uma unidade nacional com sede, CLT, recrutadoras e processos organizados.
Propósito que nasce do caos
A história de Eloía é marcada por mudanças constantes de cidade, poucas condições financeiras na infância e a perda da mãe ainda adolescente. Ela sempre desejou independência, mas a maternidade — especialmente com uma filha pequena e sem rede de apoio — a colocou diante de uma crise existencial. Foi em Londrina, dentro de uma brinquedoteca, que encontrou por acaso uma ex-franqueada da RHF e ouviu, pela primeira vez, que existia um modelo de negócio capaz de unir propósito, flexibilidade e carreira.
Com disciplina quase militar, Eloía começou do zero: definiu metas diárias, fez prospecção por horas e, em apenas seis meses, recuperou todo o investimento da franquia. Hoje atua com segurança, coordena recrutadoras, acompanha a filha — que também faz terapias — e afirma, emocionada, que “a RHF materializou a carta que escreveu para Deus em 2017”.
O fio que une essas histórias
O episódio mostra como maternidade e carreira não precisam competir. Com apoio, flexibilidade e propósito, é possível construir um caminho profissional sólido sem abrir mão da presença na vida dos filhos. As duas convidadas reforçam: toda mãe merece ter suas próprias conquistas — e acreditar em si é sempre o primeiro passo.
